2015-03-16

2015.1 LPFrase Texto em análise : Igual papai

Discutimos em classe, introdutoriamente, a análise possível para a frase:

"Normalmente ele reclama, mas dessa vez disse o seu costumeiro “tá ceto” e foi brincar sozinho".

Vamos analisar agora, em vez do trecho de Machado de Assis, esse de Felipe Holder. Abaixo está o trecho que serve para nossa análise inicialmente, depois um vínculo para a crônica na Internet, e, ao lado, tudo e Pdf para quem quiser imprimir todo. Tragam sexta-feira, por tanto, pelo menos o trecho abaixo.


IGUAL PAPAI!  Felipe Holder

Não gosto muito desse negócio de dia certo pra presentear. Não tenho nada contra dar presentes de aniversário, de Dia das Mães, de Dia dos Namorados, de Natal, enfim, nada contra dar presentes com data marcada. Mas pra mim os melhores presentes, aqueles que a gente nunca vai esquecer, normalmente são os que são dados sem um motivo especial. Às vezes até mesmo sem querer.
Quarta-feira, dia 5 de agosto. Noite quente em Montreal e eu assistindo ao jogo Náutico x Corinthians na telinha do meu computador. Meu filho Eduardo tinha me chamado pra montar com ele um de seus inúmeros quebra-cabeças, mas eu respondi “Papai agora vai ver o jogo do Náutico. Tá certo?” Normalmente ele reclama, mas dessa vez ele disse o seu costumeiro “tá ceto” e foi brincar sozinho.
Jogo nervoso, Corinthians perigoso, papai preocupado. O Náutico perde um gol incrível. Vai acontecer de novo: joga bem mas não consegue ganhar. Melhor perder logo de uma vez, pelo menos a gente não fica nervoso. 40 do primeiro tempo, pênalti para o Náutico. Papai grita “pênalti!”, Eduardo olha pro lado mas continua a montar o seu quebra-cabeça. A cabeça de papai quase quebrando de tensão: “Não perde, Gilmar, não perde esse pênalti!” E ele não perdeu. Papai gritou:
— Gooooooool do Náutico! Gooooooool!

Pdf da crônica toda, que pode ser impresso:
https://drive.google.com/file/d/0B_Ykmipj8XqIVTJxUGNsY1ZWRHM/view?usp=sharing

http://www.cronicadodia.com.br/2009/08/igual-papai.html

2015-03-12

2015-1 História da Língua Portuguesa, livro disponível


A obra de Paul Teyssier História da Língua Portuguesa pode ser baixada de:

http://disciplinas.stoa.usp.br/pluginfile.php/158086/mod_resource/content/1/TEYSSIER_%20HistoriaDaLinguaPortuguesa.pdf

alber
8945-1812, 9627-3634

2014-12-02

2015.1 LPFrase - Revisão do ensino tradicional

Menin@s, lembro-lhes da necessidade de (re)aprender o que consta nas gramáticas tradicionais sobre FRASE e SINTAXE, inclusive em seções que tratam de concordância, colocação, regência e classes de palavras. Para a análise sintática, devem estudar por Aprenda análise sintática, de Márcia Angélica dos Santos.
Também baixem (procurem ao lado) e imprimam, para trazer por perto sempre, tabela minha com abreviaturas e termos de sintaxe.

Alber, 12 de março de 2015
Telefones (85) 8945-1812, 9627-3634.
e-m: uapalavra@gmail.com
Fcb: Alber Uchoa (mensagem)


2014-08-04

p h r a s e - i n ... Bate-papo sobre frases, sobre sintaxe e gramática.

Bem experimental e incipientemente, tentamos ter aqui na página uma porta para entrar no "jardim", de fato um ambiente de bate-papo, sobre frases. O ambiente deverá chamar-se phrase-in, lembrando o verbo grego "phrasein".
Para entrar, clique abaixo.
https://www.chatbutton.com/chatroom/18353424/

2014-2 LPFrase - Texto Noite de Almirante, de Machado de Assis

Como foi pedido em classe, baixe e imprima o texto abaixo.
Tente delimitar (onde começa, onde termina) cada frase do trecho copiado abaixo, inclusive a que constitui o título do conto. Depois, faça o seguinte:
a. classifique as frases, ainda pelo que você considera igual ou diferente em cada uma;
b. analise períodos e orações, quando a frase é período, quer dizer, construída em torno de um verbo conjugado.
c. anote as dúvidas que ocorrem e comente outras coisa que chamem sua atenção.

NOITE DE ALMIRANTE
Deolindo Venta-Grande (era uma alcunha de bordo) saiu do arsenal de marinha e
enfiou pela rua de Bragança. Batiam três horas da tarde. Era a fina flor dos marujos e, de
mais, levava um grande ar de felicidade nos olhos. A corveta dele voltou de uma longa
viagem de instrução, e Deolindo veio à terra tão depressa alcançou licença. Os
companheiros disseram-lhe, rindo:
— Ah! Venta-Grande! Que noite de almirante vai você passar! ceia, viola e os
braços de Genoveva. Colozinho de Genoveva...
Deolindo sorriu. Era assim mesmo, uma noite de almirante, como eles dizem, uma
dessas grandes noites de almirante que o esperava em terra. Começara a paixão três meses
antes de sair a corveta. Chamava-se Genoveva, caboclinha de vinte anos, esperta, olho
negro e atrevido. Encontraram-se em casa de terceiro e ficaram morrendo um pelo outro, a
tal ponto que estiveram prestes a dar uma cabeçada, ele deixaria o serviço e ela o
acompanharia para a vila mais recôndita do interior.

É interessante ler o conto todo, que pode até ser baixado do endereço abaixo:
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000208.pdf

2013-04-23

Análise sintática para LPFrase em 2014-1, módulo 2

Tente analisar as frases do trecho de Uns braços, de Machado de Assis que está transcrito abaixo. Começe da primeira linha, tentando classificar cada unidade. Por exemplo, em "chegava a casa", teríamos:
1. certo tipo de período, contendo duas orações, que devem ser classificadas;
2. na primeira oração, um Su e um Pd (classifique-os);
3. no predicado, um núcleo, "chegava", que é verbo _ _ _ _ _ _... e o sintagma "a casa" (qual é sua função sintática com relação ao verbo?);
4. "a" e "casa" também são unidades sintáticas; quais seriam as classficações tradicionais para elas?
Continue com a segunda oração do período e, depois, vá além até onde puder.
Anote suas dúvidas! Prepare-se, com suas anotações, para relatar a experiência de tentar essa análise.

Utilize as abreviaturas sugeridas no quadro sobre terminologia de sintaxe que você pode baixado e impresso deste endereço.
https://docs.google.com/document/d/1roS8uGSC7TJ-ONWIrFFYSPgRjm05THJFetdaNNsmvRg/edit?usp=sharing

Chegava a casa e não se ia embora. Os braços de D. Severina fechavam-lhe um parêntesis no meio do longo e fastidioso período da vida que levava, e essa oração intercalada trazia uma idéia original e profunda, inventada pelo céu unicamente para ele. Deixava-se estar e ia andando. Afinal, porém, teve de sair, e para nunca mais; eis aqui como e porquê.
D. Severina tratava-o desde alguns dias com benignidade. A rudeza da voz parecia acabada, e havia mais do que brandura, havia desvelo e carinho. Um dia recomendava-lhe que não apanhasse ar, outro que não bebesse água fria depois do café quente, conselhos, lembranças, cuidados de amiga e mãe, que lhe lançaram na alma ainda maior inquietação e confusão. Inácio chegou ao extremo de confiança de rir um dia à mesa, cousa que jamais fizera; e o solicitador não o tratou mal dessa vez, porque era ele que contava um caso engraçado, e ninguém pune a outro pelo aplauso que recebe. Foi então que D. Severina viu que a boca do mocinho, graciosa estando calada, não o era menos quando ria.

Recomendamos também que leia o conto todo em:
https://docs.google.com/document/d/1pGy-29vPEgm8X9cC0I7Ythqbh2rqRkP3Kbk3rKrx9t0/edit?usp=sharing

2012-04-12

Tarefa para alunos de História da Língua Portuguesa no 2012-1

Construa, em conjunto de 3, 2 ou 1 aluno(s) um quadro com:
  • datas;
  • acontecimentos importantes na história interna do latim, do português, dos crioulos, de pelo menos mais uma língua (a ser comparada com o português);
  • acontecimentos históricos que podem ser importantes para os de história interna (políticos, por exemplo).
Indique, abreviadamente no quadro e por inteiro abaixo do quadro, as fontes do que você informa.
Os nomes completos dos participantes deve estar no início do trabalho (cabeçalho), um abaixo do outro, em ordem alfabética.
O trabalho pode ser anexado ou colado em mensagem e não precisa de capa.
2012-04-12

alber 8752-0722 ou 9627-3634

2011-12-23

* natal

vivam
os reis
que olham estrelas
chegam perto de jumentinhos e vaquinhas
e crianças sem leito