2016-02-12

2015-2 LP VOCÁBULO Turma 2A Resultados

Aprovad@s:
(A1, A2, Média)
7,5 8,5  8,0   ABIGAIL
8,0 10,0 9,0  AGNO
8,5 9,0  8,8   ANA VITORIA
8,5 10,0 9,3  BÁRBARA
7,5 9,8  8,7   DEBORAH
7,5 8,0  7,8   EMANUEL
8,5 8,5  8,5   ERICK
8,7 8,3  8,5   FERNANDO
8,0 8,3  8,2   GIULIA
9,0 8,3  8,7   ISABELA
8,5 9,5  9,0   JULIANE
7,5 8,6  8,1   LETICIA
7,5 10,0 8,8  LIDIANE
7,5 8,7  8,1   MARIA VITORIA
8,5 7,4  8,0   NAGYLA
7,5 8,0  7,8   RODRIGO

2015-2 LPFonologia Resultados antes de AF

HB0001 - LINGUA PORTUGUESA: FONOLOGIA - Turma: 01A (2015.2)

Segunda chamada do último teste: segunda-feira às 14h30 na sala 7.
Davy Nabuco Barros
Yago Gomes Varela (?)
Fabíola Fernandes da Silva (?)

Devem fazer Avaliação Final (Quarta-feira, 14h30, sala 7):

380888 FRANCISCO ERIK
379231 FRANCISCO VICTOR
261619 IRLANE 
379261 JESSICA RODRIGUES
364760 JOHN 
379237 LUIZ EDUARDO
376025 MYLENA

Aprovados ("77" é '7,7')

380886 86 ANA CATARINA
380887 78 ANA KEVILA
379258 88 ANAZELIA
376092 77 ANDRESSA
379259 77 ANNY ALICE
379229 87 BRENDA
379230 91 CAMILA
380529 70 EDSON
376021 75 ELISANGELA
382640 71 ELLEN
379221 83 ERICSON 
379222 10,0 FERNANDO
349959 77 GIRLAN
376022 95 HERMINIA 
379260 80 JESSICA ARAUJO
379223 77 JOAO PEDRO 
379262 93 JONATHAS
379263 85 JOSE JULIANO
382997 88 JOSE LEONARDO
379232 95 JOSE MARIO
379224 70 JOSIELDO
379225 83 JUAN 
379235 80 LEVHY
379236 95 LUCAS 
380889 72 MATEUS 
379238 82 NATALIA 
379226 76 RAQUEL 
379227 76 REBECA 
379266 70 SAMIA 
344811 70 SAMUEL 
376026 86 SARAH 
379240 92 TAINA VERAS
381965 70 TATIANA DE FREITAS
376027 86 TATIANA PIRESS
379241 83 THAINA ALMEIDA
379267 70 THAIS
379228 92 VITORIA 

2015-06-22

2015-1 LPFrase - Complementação de exercício-teste

Como combinamos em classe, as questões devem ser resolvidas ou preparadas em classe, para entrega e discussão na próxima aula.

 • Retome a frase que se inicia com "O Presidente Lula". Tente verificar todas as conexões entre todas as unidades, sejam unidades lexicais (adjetivo, artigo...) ou de classes sintagmáticas (sintagma adjetival, orações...), verificando como se classificam quanto às classes estruturais ou às funções sintáticas (Sujeito, Adjunto Adnominal...).

 • Ao contrário do que acontece com os exemplos típicos de gramáticas tradicionais, artificiais ou com recortes preparados para confirmarem o ensinamento do autor, textos reais contém frases nominais não construídas em torno de verbos em forma finita; unidades omitidas por faltarem as informações correspondentes ("indeterminadas");  casas preenchidas mas sem informação referencial direta, que só pode ser recuperada em outra parte do texto e unidades que só se completam em outra frase (frases de situação).
Mostre como isso acontece no texto e discuta classificações possíveis para tais unidades.

TEXTO
Época – Onde seus filhos estudam?
Haddad – Em duas escolas particulares de Brasília.
Época – Por que não em públicas?
Haddad – Nos afastamos dessa perspectiva. Eu nunca estudei em escola pública, só na universidade. Quem sabe meus netos estudem? O Presidente Lula sempre faz essa pergunta aos prefeitos, logo depois de ouvir que as escolas estão indo bem. É a prova dos nove. Mas eu me animei com os últimos resultados da Prova Brasil. Nós temos escolas com nível de excelência. Tenho esperança de que em breve o Brasil vai conseguir se reeducar.
Época – A tempo de sua filha de 7 anos se formar na rede pública?
Haddad – Quem sabe? Espero que sim.
(ÉPOCA, 30 de abril de 2007, n. 467, p. 42-43)

2015-03-16

2015.1 LPFrase Texto em análise : Igual papai

Discutimos em classe, introdutoriamente, a análise possível para a frase:

"Normalmente ele reclama, mas dessa vez disse o seu costumeiro “tá ceto” e foi brincar sozinho".

Vamos analisar agora, em vez do trecho de Machado de Assis, esse de Felipe Holder. Abaixo está o trecho que serve para nossa análise inicialmente, depois um vínculo para a crônica na Internet, e, ao lado, tudo e Pdf para quem quiser imprimir todo. Tragam sexta-feira, por tanto, pelo menos o trecho abaixo.


IGUAL PAPAI!  Felipe Holder

Não gosto muito desse negócio de dia certo pra presentear. Não tenho nada contra dar presentes de aniversário, de Dia das Mães, de Dia dos Namorados, de Natal, enfim, nada contra dar presentes com data marcada. Mas pra mim os melhores presentes, aqueles que a gente nunca vai esquecer, normalmente são os que são dados sem um motivo especial. Às vezes até mesmo sem querer.
Quarta-feira, dia 5 de agosto. Noite quente em Montreal e eu assistindo ao jogo Náutico x Corinthians na telinha do meu computador. Meu filho Eduardo tinha me chamado pra montar com ele um de seus inúmeros quebra-cabeças, mas eu respondi “Papai agora vai ver o jogo do Náutico. Tá certo?” Normalmente ele reclama, mas dessa vez ele disse o seu costumeiro “tá ceto” e foi brincar sozinho.
Jogo nervoso, Corinthians perigoso, papai preocupado. O Náutico perde um gol incrível. Vai acontecer de novo: joga bem mas não consegue ganhar. Melhor perder logo de uma vez, pelo menos a gente não fica nervoso. 40 do primeiro tempo, pênalti para o Náutico. Papai grita “pênalti!”, Eduardo olha pro lado mas continua a montar o seu quebra-cabeça. A cabeça de papai quase quebrando de tensão: “Não perde, Gilmar, não perde esse pênalti!” E ele não perdeu. Papai gritou:
— Gooooooool do Náutico! Gooooooool!

Pdf da crônica toda, que pode ser impresso:
https://drive.google.com/file/d/0B_Ykmipj8XqIVTJxUGNsY1ZWRHM/view?usp=sharing

http://www.cronicadodia.com.br/2009/08/igual-papai.html

2015-03-12

2015-1 História da Língua Portuguesa, livro disponível


A obra de Paul Teyssier História da Língua Portuguesa pode ser baixada de:

http://disciplinas.stoa.usp.br/pluginfile.php/158086/mod_resource/content/1/TEYSSIER_%20HistoriaDaLinguaPortuguesa.pdf

alber
8945-1812, 9627-3634

2014-12-02

2015.1 LPFrase - Revisão do ensino tradicional

Menin@s, lembro-lhes da necessidade de (re)aprender o que consta nas gramáticas tradicionais sobre FRASE e SINTAXE, inclusive em seções que tratam de concordância, colocação, regência e classes de palavras. Para a análise sintática, devem estudar por Aprenda análise sintática, de Márcia Angélica dos Santos.
Também baixem (procurem ao lado) e imprimam, para trazer por perto sempre, tabela minha com abreviaturas e termos de sintaxe.

Alber, 12 de março de 2015
Telefones (85) 8945-1812, 9627-3634.
e-m: uapalavra@gmail.com
Fcb: Alber Uchoa (mensagem)


2014-08-04

p h r a s e - i n ... Bate-papo sobre frases, sobre sintaxe e gramática.

Bem experimental e incipientemente, tentamos ter aqui na página uma porta para entrar no "jardim", de fato um ambiente de bate-papo, sobre frases. O ambiente deverá chamar-se phrase-in, lembrando o verbo grego "phrasein".
Para entrar, clique abaixo.
https://www.chatbutton.com/chatroom/18353424/

2014-2 LPFrase - Texto Noite de Almirante, de Machado de Assis

Como foi pedido em classe, baixe e imprima o texto abaixo.
Tente delimitar (onde começa, onde termina) cada frase do trecho copiado abaixo, inclusive a que constitui o título do conto. Depois, faça o seguinte:
a. classifique as frases, ainda pelo que você considera igual ou diferente em cada uma;
b. analise períodos e orações, quando a frase é período, quer dizer, construída em torno de um verbo conjugado.
c. anote as dúvidas que ocorrem e comente outras coisa que chamem sua atenção.

NOITE DE ALMIRANTE
Deolindo Venta-Grande (era uma alcunha de bordo) saiu do arsenal de marinha e
enfiou pela rua de Bragança. Batiam três horas da tarde. Era a fina flor dos marujos e, de
mais, levava um grande ar de felicidade nos olhos. A corveta dele voltou de uma longa
viagem de instrução, e Deolindo veio à terra tão depressa alcançou licença. Os
companheiros disseram-lhe, rindo:
— Ah! Venta-Grande! Que noite de almirante vai você passar! ceia, viola e os
braços de Genoveva. Colozinho de Genoveva...
Deolindo sorriu. Era assim mesmo, uma noite de almirante, como eles dizem, uma
dessas grandes noites de almirante que o esperava em terra. Começara a paixão três meses
antes de sair a corveta. Chamava-se Genoveva, caboclinha de vinte anos, esperta, olho
negro e atrevido. Encontraram-se em casa de terceiro e ficaram morrendo um pelo outro, a
tal ponto que estiveram prestes a dar uma cabeçada, ele deixaria o serviço e ela o
acompanharia para a vila mais recôndita do interior.

É interessante ler o conto todo, que pode até ser baixado do endereço abaixo:
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000208.pdf

2013-04-23

Análise sintática para LPFrase em 2014-1, módulo 2

Tente analisar as frases do trecho de Uns braços, de Machado de Assis que está transcrito abaixo. Começe da primeira linha, tentando classificar cada unidade. Por exemplo, em "chegava a casa", teríamos:
1. certo tipo de período, contendo duas orações, que devem ser classificadas;
2. na primeira oração, um Su e um Pd (classifique-os);
3. no predicado, um núcleo, "chegava", que é verbo _ _ _ _ _ _... e o sintagma "a casa" (qual é sua função sintática com relação ao verbo?);
4. "a" e "casa" também são unidades sintáticas; quais seriam as classficações tradicionais para elas?
Continue com a segunda oração do período e, depois, vá além até onde puder.
Anote suas dúvidas! Prepare-se, com suas anotações, para relatar a experiência de tentar essa análise.

Utilize as abreviaturas sugeridas no quadro sobre terminologia de sintaxe que você pode baixado e impresso deste endereço.
https://docs.google.com/document/d/1roS8uGSC7TJ-ONWIrFFYSPgRjm05THJFetdaNNsmvRg/edit?usp=sharing

Chegava a casa e não se ia embora. Os braços de D. Severina fechavam-lhe um parêntesis no meio do longo e fastidioso período da vida que levava, e essa oração intercalada trazia uma idéia original e profunda, inventada pelo céu unicamente para ele. Deixava-se estar e ia andando. Afinal, porém, teve de sair, e para nunca mais; eis aqui como e porquê.
D. Severina tratava-o desde alguns dias com benignidade. A rudeza da voz parecia acabada, e havia mais do que brandura, havia desvelo e carinho. Um dia recomendava-lhe que não apanhasse ar, outro que não bebesse água fria depois do café quente, conselhos, lembranças, cuidados de amiga e mãe, que lhe lançaram na alma ainda maior inquietação e confusão. Inácio chegou ao extremo de confiança de rir um dia à mesa, cousa que jamais fizera; e o solicitador não o tratou mal dessa vez, porque era ele que contava um caso engraçado, e ninguém pune a outro pelo aplauso que recebe. Foi então que D. Severina viu que a boca do mocinho, graciosa estando calada, não o era menos quando ria.

Recomendamos também que leia o conto todo em:
https://docs.google.com/document/d/1pGy-29vPEgm8X9cC0I7Ythqbh2rqRkP3Kbk3rKrx9t0/edit?usp=sharing